terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Ex-reitor Jônatas Nunes "solta o verbo" e diz que o PT destruiu a Universidade Estadual do Piauí


Quem se der ao trabalho de dar uma “espiada” nos campi e núcleos da UESPI em todo o estado, há de se dar conta do visível sucateamento institucional, acadêmico e administrativo dessa outrora esperançosa Universidade, e a inconformidade de boa parte da população local com seus descaminhos.

Em janeiro de 2003, o Senhor Wellington Dias, empossado Governador do Estado, nomeia uma professora lá das bandas de Picos,(Oneide Rocha) para assumir a Reitoria da UESPI, tendo como única credencial ser “petista de carteirinha” e haver votado nele para Deputado Federal em 1998.

Começava aí a marcha da insensatez uespiana.

A verdade é que a obscura professora de Picos nunca administrou nada nem foi colocada lá para tal mister: a finalidade de sua presença na Reitoria, bem como de quem lhe sucedeu interinamente, era somente “ganhar tempo” para permitir a preparação e ocupação, de forma solerte e insidiosa, do espaço acadêmico e administrativo universitário, por um grupo de “petistas aloprados” inconseqüentes e despreparados.

Por total desconhecimento da realidade universitária, Wellington Dias abandonou a UESPI nas mãos desse grupo.

O objetivo propalado por estes “novos gestores” era reduzir o tamanho da UESPI para “melhorar a qualidade”.

Mero pretexto!!! Este grupo, a bem da verdade, sempre se opôs à diversificação dos cursos da UESPI, sua expansão em Teresina, bem como à interiorização em massa da UNIVERSIDADE.

A UESPI/2010 não tem um único curso de mestrado ou doutorado, ao contrário de alguns anos atrás, quando para cá vieram vários destes cursos por meio de convênios interinstitucionais.

A UESPI/2002, com seus 46 mil alunos, está reduzida a pouco mais de 15 mil, não obstante seus recursos orçamentários dos últimos anos terem sido várias vezes superiores aos de anos atrás, como é fácil se verificar junto à SEFAZ.

A metade dos Núcleos e Campi da UESPI está esvaziada: Água Branca, Alegrete, Castelo, Fronteiras, Anísio de Abreu, Canto do Buriti, São João do Piauí, Jaicós, Piracuruca, Luzilândia, Colônia do Gurguéia, Simplício Mendes. Outros tantos estão semi-desativados, como os de Curimatá, São Raimundo Nonato, Barras, Valença, Esperantina, Bom Jesus.

*Professor JÔNATAS NUNES é titular da Academia Piauiense de Letras e da Academia de Ciências do Piauí

sábado, 4 de dezembro de 2010

O PODER E O DINHEIRO TRANSFORMAM AS PESSOAS.

O antes e o depois...

E tem gente que não acredita que o Lula não vai nos “tirar da merda” como ele prometeu. Ele é um homem de palavra, minha gente. Afinal, ele está cumprindo tudo que nos prometia quando era oposição. Combater a corrupção, o empreguismo, os tais Collor, Sarney, Delfim, Banqueiros, Bandidos... Ele jurou que nossas vidas ia melhorar e, claro, ele começou pela própria casa, pela família, pela companheirada.

Acontece que ainda não chegou a nossa vez. Primeiro foi a vez do casal real (Lula e Letícia), depois o Lulinha, depois os aloprados do mensalão, depois a “companheirada” dos sindicatos, depois os banqueiros, os usineiros, a elite, depois os meninos e as meninas da UNE, depois os petistas, depois os aliados, depois as ONGs, depois as empreiteiras, depois... A nossa vez vai chegar, gente. É só ter calma. Ele vai nos “tirar da merda”, exatamente como fez com ele, com a família e com a companheirada. Nós também ficaremos ricos, bonitos, saudáveis, bem alimentados, não mais ficaremos na fila do SUS, nem em fila nenhuma, faremos plástica, ficaremos lizinhos feito a dona Letícia e a dona Dilma. Tenham calma... Nossa vez vai chegar.

Mais de 20% dos eleitores não lembram em quem votou.



Este é o resultado de uma pesquisa encomendada pelo TSE.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nesta segunda-feira (29) os resultados de uma pesquisa sobre a campanha de esclarecimento feita para as eleições de 2010.

O estudo aponta que 20,6% do eleitorado já não lembram mais em quem votaram para senador. O índice sobe para 21,7% quando a pergunta é sobre o voto para deputado federal e para 23% em relação ao voto para deputado estadual.

A pesquisa foi realizada de 3 a 7 de novembro, apenas alguns dias após o segundo turno das eleições, em 30 de outubro. O levantamento tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram 2 mil entrevistas nas cinco regiões do país e em 24 estados. Segundo o TSE, um sorteio aleatório selecionou 136 municípios nesses estados.

Em pergunta específica sobre a fonte de informação utilizada para se decidir quanto ao segundo turno, 44,2% dos entrevistados afirmaram que já estavam decididos pessoalmente. Outros 18,8% responderam que debates entre os candidatos na televisão e no rádio contribuíram para a decisão. Programas de candidatos na TV apareceram com 15,5%.

Também foi perguntado aos entrevistados qual o meio de comunicação que eles mais utilizaram para se informar sobre política e eleições. O resultado mostrou que 56,6% se informam principalmente pela televisão e 18,4%, por meio de conversa com amigos e parentes. Em seguida aparece a internet, com 9,9%, ficando à frente de jornais impressos, rádio e de revistas.

A respeito dos canais televisivos, 79% responderam que assistem com freqüência à TV Globo. Em segundo lugar aparece a TV Record com 60,4%, seguida por SBT, com 37,8%, e TV Bandeirantes, com 25,6%.

Os entrevistados tinham entre 16 e 70 anos, com variação de escolaridade entre a 4ª séria do ensino fundamental e o ensino superior completo.

Padre e/ou Pastor não tem vínculo empregatício com Igrejas.




A decisão é dos Tribunais Regionais do Trabalho


O entendimento dos Tribunais do Trabelho é que "o trabalho religioso, cujo vínculo se centra na fé não caracteriza o vínculo empregatício".

A acrescenta: "a fé não é, ou não deveria ser, objeto de comercialização ou de interesse econômico".

A hipótese excepcional prevista na Lei Previdenciária, que admite o recolhimento como autônomo para pastores e padres das religiões sem fins lucrativos, não se deve reconhecer o vínculo empregatício entre quem exerce o sacerdócio e a respectiva entidade religiosa. E a principal justificativa está no fato de que o sacerdócio deve ser entendido como uma vocação, mas nunca como uma profissão.





terça-feira, 30 de novembro de 2010

Violência no Rio de Janeiro... Omissão histórica do Estado.


"Ter a polícia com pior salário do Brasil, que mais mata e que mais morre no mundo não resolve". "Quem dera houvesse, como nas favelas, só 1% de criminosos nos parlamentos e no Judiciário do Brasil..."
Dezenas de jovens pobres, negros, armados de fuzis, marcham em fuga, pelo meio do mato. Não se trata de uma marcha revolucionária, como a cena poderia sugerir em outro tempo e lugar. Eles estão com armas nas mãos e as cabeças vazias. Não defendem ideologia. Não disputam o Estado. Não há sequer expectativa de vida. Só conhecem a barbárie. A maioria não concluiu o ensino fundamental e sabe que vai morrer ou ser presa. As imagens aéreas na TV, em tempo real, são terríveis: exibem pessoas que tanto podem matar como se tornar cadáveres a qualquer hora. A cena ocorre após a chegada das forças policiais do Estado à Vila Cruzeiro e ao Complexo do Alemão, zona norte do Rio de Janeiro. O ideal seria uma rendição, mas isso é difícil de acontecer. O risco de um banho de sangue, sim, é real, porque prevalece na segurança pública a lógica da guerra. O Estado cumpre, assim, o seu papel tradicional. Mas, ao final, não costuma haver vencedores. Esse modelo de enfrentamento não parece eficaz. Tem sido assim no Brasil há tempos. Essa lógica da guerra prevalece no Brasil desde Canudos. E nunca proporcionou segurança de fato. Novas crises virão. E novas mortes. Até quando? Não vai ser um Dia D como esse agora anunciado que vai garantir a paz. Isso nunca vai acabar com o tráfico. É preciso patrulhar a baía de Guanabara, portos, fronteiras, aeroportos clandestinos. O lucrativo negócio das armas e drogas é máfia internacional. Ingenuidade acreditar que confrontos armados nas favelas podem acabar com o crime organizado. Ter a polícia que mais mata e que mais morre no mundo não resolve. Falta vontade política para valorizar e preparar os policiais do Rio de Janeiro que têm o menor salário da Polícia Militar do País. Falta saúde, creche, escola, assistência social, lazer. O poder público não recolhe o lixo nas ruas. Da população das favelas, 99% são pessoas honestas que saem todo dia para trabalhar na fábrica, na rua, na nossa casa, para produzir trabalho, arte e vida. E essa gente - com as suas comunidades tornadas em praças de "guerra" - não consegue exercer sequer o direito de dormir em paz.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Aposentados, Assalariados e Policiais viram alvo da nova equipe econômica da Dilma



Mantega alega que reajustes acima do previsto e a aprovação da PEC 300 colocam em risco consolidação fiscal do país.


Na primeira aparição pública, depois de confirmados oficialmente como integrantes da equipe econômica da presidente eleita, os ministros Guido Mantega (Fazenda) e Miriam Belchior (Planejamento) rejeitaram as o aumento real do salário minimo e a aprovação da PEC 300 que beneficia os policiais militares em tramitação no Congresso.

Mantega disse que o reajuste do mínimo pode passar dos atuais R$ 510 para R$ 540;  os aposentados que ganham acima do piso da Previdência não podem ter reajuste real; e a Proposta de Emenda Constitucional número 300, criando um piso nacional para os policiais não pode ser aprovada.

"O ano de 2011 será de contenção fiscal com redução de despesas de custeio para aumentar a poupança pública e aumentar o investimento", resumiu Mantega.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

População cresce 1,9% em S. João da Canabrava - PI


Festa de Emancipação Política em 2008
Resultado parcial

Os dados são do Censo 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

O Censo demográfico realizado, entre os meses de agosto a setembro de 2010, registrou 4.445 habitantes e 1376 domicilios ocupados em São João da Canabrava,obtendo assim um aumento populacional de 1,9% e 12% nos domicilios. Em de 2007 no último Censo realizado pelo IBGE, Canabrava contava com 4.364 habitantes e 1.221 domicilios ocupados.

A coordenadora de subarea de Picos, Janete Maria de Jesus, mostrou-se contente com os resultados: “A coleta aconteceu de forma tranquila, sem recusas por parte da população querece beram os recenciadores muito bem”, ressaltou. Durante o recensiamento foram feitas também visitas supervisoras para confirmar os dados coletados.

O resultado da pesquisa foi apresentada a Comição Municipal de Geografia e Estatistica –CMGE -,e de acordo com a coordenadora não contesaram o resultado.

No entanto, esse aumento populacional não representa nenhuma auteração no repasse do FPM – Fundo de participação do Municípios –, visto que até 10.187 habitantes não a alteraçao no valor do repasse. Contudo, os dados apresentados pelo IBGE poderão auxiliar os gestores públicos a fazerem planejamentos com base nos números.

Por fim, Janete Maria agradece a CMGE pelo apoio e a divulgação creditada ao censo no municipio e a toda a popução pelas informaçoes prestadas, num ato de cidadenia.

Vale ressaltar que esse é o resultado parcial do Censo e poderá sofrer alterações até a sua data de divulgaçao oficial que acontecerá no dia 27 de novembro de 2010 no site do IBGE e no Diario Oficial da União.

por Antonio Rocha